A retomada da atividade econômica do Brasil ainda não veio no ritmo esperado e a criação de vagas de trabalho se mantém instável. Mas, no setor da saúde, os negócios estão em ebulição, como mostra a reportagem de capa desta edição de Visão Saúde.

Em 2018, das três aberturas de capital ocorridas na B3, novo nome da Bolsa de Valores de São Paulo, duas foram de operadoras de saúde. De janeiro a setembro, foram realizadas 107 transações de fusões e aquisições de empresas de saúde no país. Nos dois casos, na bolsa e fora dela, as somas envolvidas são bilionárias. Isto é, o setor em que nos inserimos pode ser a bola da vez no radar dos investidores, nacionais e estrangeiros, que enxergam um mercado com grande potencial de crescimento, no curto, médio e longo prazos.

Nesse cenário pujante de negócios, alguns nichos se destacam acima de outros. Como é o caso dos planos odontológicos dirigidos aos idosos. Em reportagem sobre esse assunto, mostramos que a parcela mais idosa da população está crescendo e adquirindo novos hábitos de consumo. Esses fatores, aliados à crescente consciência sobre a necessidade de cuidados com a saúde bucal na velhice, formam um atrativo mercado para operadoras de todo o país, que criam produtos novos especialmente para esse público – e já apresentam ótimos resultados.

Completando a tríade de reportagens desta edição, exploramos uma novidade muito importante para o setor de saúde no Brasil, que é a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Com entrada em vigor para 2020, a nova lei provocará mudanças significativas no modo como operadoras, hospitais e laboratórios usam informações a respeito de pacientes. E, na esteira disso, exigirá também transformações culturais e organizacionais, segundo os especialistas ouvidos. É bom todos irem se preparando.

Na já tradicional entrevista que abre a Visão Saúde, ouvimos o renomado cirurgião do Hospital Sírio Libanês e professor da USP Raul Cutait. Com vasta experiência como médico e acadêmico, Cutait é enfático ao apontar o risco de termos tantos formandos em medicina saindo de faculdades de qualidade baixa. E aponta os caminhos para melhorar e controlar o nível do ensino de medicina no Brasil.

Outros destaques desta edição são uma explicação sobre as provisões técnicas em operadoras de planos de saúde, a relação dos projetos vencedores do Prêmio Sinog e um artigo exclusivo de um representante do setor industrial sobre o que os principais contratantes de planos de saúde no país esperam das empresas que os atendem.

Boa leitura.

 

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